DUAS TAÇAS SUADAS SOBRE A MESA E UM CRAVO NA LAPELA DIÁFANO, DESCORTINA A PELE VESTIDA COM UMA GOTA DE CHANEL E UMA SINFONIA DE STRAUSS... DOIS CORPOS SUADOS SOBRE A CAMA. (Selma, 2007)
O poema forma um circuito perfeito (bem acabado) de palavras que ligam início e final (primeiro e último versos) com grande habilidade, sem perder a profanação dos sentidos, ou o que eu chamo aqui de "ereção mental" - "curto-circuito", aquele tremelique só de pensar nessas imagens do poema, também seria mais pertinente aqui, mas o "uau" do senhor da Hora é mais eloqüente.
Parabéns, poetisa.
PS: sugiro que mude sua página de comentários para uma daquelas pop-up, que aparecem menores na frente da página principal, para continuarmos lendo o poema enquanto comentamos. Desculpe meter o bedelho (gostei do novo layout da página).
uau
ResponderExcluir"Uau"! Quanta economia na análise, rs (brincadeirinha, fique à vontade).
ResponderExcluirO poema forma um circuito perfeito (bem acabado) de palavras que ligam início e final (primeiro e último versos) com grande habilidade, sem perder a profanação dos sentidos, ou o que eu chamo aqui de "ereção mental" - "curto-circuito", aquele tremelique só de pensar nessas imagens do poema, também seria mais pertinente aqui, mas o "uau" do senhor da Hora é mais eloqüente.
ResponderExcluirParabéns, poetisa.
PS: sugiro que mude sua página de comentários para uma daquelas pop-up, que aparecem menores na frente da página principal, para continuarmos lendo o poema enquanto comentamos. Desculpe meter o bedelho (gostei do novo layout da página).
"Uau", leitura elétrica do poema, mister OÓCIO. Gostei! Aliás, essa interjeição do senhor Alisson, dar "pano pras mangas", né? Bjos!
ResponderExcluirPS: eu sou devagar nesses parangolés, e esse tal de "pôpape", então...