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DEGUSTAR
BEBI TEU SILÊNCIO
REGADO A VINHO
SORVI ATÉ A ÚLTIMA GOTA
PROVEI O SUAVE MEL
FUI AO CÉU...
EXPLOREI TEU PALADAR
NO CÉU DA TUA BOCA.
ENTÃO DESPI A TUA ESPÁDUA
E CONDUZI A MÚSICA
EM UM BANHO QUENTE
DE LINGUAGEM TÁTIL. (Selma, 2007)
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Olá, poetisa. Quando parece que vai direto ao ponto no tema, você dá o que os leitores precisam, quando vai escrever versos (linguagem "difícil", dizem), você já falou o que tinha para falar, né? Em outras palavras, o poema não entra pelo Sentido, mas pelos sentidos, in-cons-ci-en-te-men-te.
ResponderExcluirSem dúvida. A linguagem poética é sensorial. Bjo! Fui>>>>>>>>>>>
ResponderExcluirOi amiga! Os seus poemas não são apenas pra serem lidos, mas sentidos. Vá em frente!!! Bjs
ResponderExcluirOi, Helena de Tróia! A tua visita deixa-me maravilhada. Volte sempre, a casa é sua...
ResponderExcluirBjão!!!