terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

DEGUSTAR



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DEGUSTAR

BEBI TEU SILÊNCIO
REGADO A VINHO
SORVI ATÉ A ÚLTIMA GOTA
PROVEI O SUAVE MEL
FUI AO CÉU...
EXPLOREI TEU PALADAR
NO CÉU DA TUA BOCA.
ENTÃO DESPI A TUA ESPÁDUA
E CONDUZI A MÚSICA
EM UM BANHO QUENTE
DE LINGUAGEM TÁTIL. (Selma, 2007)





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4 comentários:

  1. Olá, poetisa. Quando parece que vai direto ao ponto no tema, você dá o que os leitores precisam, quando vai escrever versos (linguagem "difícil", dizem), você já falou o que tinha para falar, né? Em outras palavras, o poema não entra pelo Sentido, mas pelos sentidos, in-cons-ci-en-te-men-te.

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  2. Sem dúvida. A linguagem poética é sensorial. Bjo! Fui>>>>>>>>>>>

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  3. Oi amiga! Os seus poemas não são apenas pra serem lidos, mas sentidos. Vá em frente!!! Bjs

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  4. Oi, Helena de Tróia! A tua visita deixa-me maravilhada. Volte sempre, a casa é sua...


    Bjão!!!

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