sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

HAMANDRÍADES

ANTE A OCEÂNIDES

Uma noite de luaceiro

O brilho na orla

Da ante-sala

À anteface

O anonimato.

Mas o mar foi testemunha

Silenciou ante a beleza fresca

E aquela voz doce

Fino cristal transparente

De um ser ignoto

Cantou e encantou

Evocou o amado em notas suaves

Acalentou berço de ninfas

Em tons aveludados de azul- marinho

Dançou em lençóis brancos acetinados

Atiçou sua presença

Sua essência

E se foi...

Mas os acordes ainda ecoam

E o mar em escarcéu

Reclama sua ausência. (Selma, 2009)

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