terça-feira, 6 de julho de 2010

BANAL OU IMORAL?



Hoje a cena para ELES tornou-se insignificante
Não é mais o ser descrente da própria raça
nem tampouco o cadáver de mais um inocente
estendido no chão de um beco sujo
num endereço qualquer
ou no coração da metrópole
o corredor fétido de uma emergência hospitalar?
Talvez a fome escrita sem letra na mão de um pedinte
a fila por emprego que dobra o quarteirão?
Não!
ELES viram a inocência depositada no lixão.

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