SEJAM BEM VINDOS!!

Fiz esse blog com incentivo de um amigo meu das letras. A princípio era mais uma brincadeira de escrever, mas aos poucos fui tomando gosto, e hoje não consigo passar um dia sem "por os pés" aqui. Agradeço sinceramente os caros leitores que passarem por aqui. Fiquem à vontade para comentar, sugerir ou acompanhar esse democrático e rabugento espaço (como queiram).

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segunda-feira, 19 de março de 2012

VOYEUR

VOYEUR

Completo e somente

através da cortina

vi seu corpo pela janela

uma nudez singela

a distância tão perto

dos olhos velados.

A PRAÇA É DO POVO, GOVERNADOR!


É uma vergonha o tratamento que o governo de PE dá aos professores. Senti isso na pele, hoje. Eu e duas colegas (professoras também) aguardávamos outras amigas, sentadas em um dos bancos da Praça da República, para acompanharmos a passeata. Por ali também circulavam pessoas que estavam fazendo a sua sesta, outras "namorando" ou simplesmente em estado de contemplação, quando fomos "convidados" a nos retirar da citada praça por um "MIB" (homem de preto) guardião do Palácio do Campo das Princesas. O dito cujo já havia interditado a rua em frente a "casa de DUDU" e nos alegou que a praça também precisava ser fechada, porque "aquele povo" (professores) estava se aproximando. Para um bom entendedor poucas palavras bastam. Nas entrelinhas do discurso ele denominou a categoria como vândalos, depredadores do patrimônio público e outros cambaus. Será que eles esqueceram que a praça é um local público? PALHAÇOS!! Apesar de tudo... "a luta continua, companheiros!"

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

VERSOS EM REDE




Espera os meus versos quentes

Em noites frias de primavera

Umas linhas dançam sinuosas

Se insunuam em tua "rede"

Despertando os sentidos

Aguçando a libido

Saciando tua sede.

domingo, 16 de outubro de 2011

ONÍRICO



Hoje eu quero um poema sem dor

Que eleve o espírito

Abra pétalas de sonhos

Os sonhos dos loucos.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

LAPIDAR



Tenho a sensação de ver nas coisas simples
Objetos do fazer poético

Rabisco em corpos de palavras-pedras
Um rio de água cristalina.

O solo duro instiga-me a plantar
Sementes de versos coloridos.