SEJAM BEM VINDOS!!

Fiz esse blog com incentivo de um amigo meu das letras. A princípio era mais uma brincadeira de escrever, mas aos poucos fui tomando gosto pela coisa, e hoje não consigo passar um dia sem "por os pés" aqui. Agradeço sinceramente os caros leitores que "pisarem" por aqui, também. Fiquem à vontade para comentar, sugerir, descer o cacete...rs, ou mesmo se tornar um "seguidor" desse democrático ou rabugento espaço (como queiram).

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

AMIGOS: onde achá-los?


"AMIGO é coisa pra se guardar/ debaixo de sete chaves/ dentro do coração..." Sempre que escuto essa música faço uma nova reflexão sobre o conceito geral de amizade. E melhor ainda, refaço o caminho de volta à minha infância.

Acho engraçado hoje em dia como os ADULTOS (estou entre eles) escolhem a roupa que vão vestir, o perfume que vão usar, a igreja que vão frequentar (não a instituição, mas o grupo que professa a mesma fé), o colégio, a faculdade, enfim, as pessoas que farão parte de seu "círculo de amizade." Essas coisas, embora alguns achem natural, pra mim parece mais um processo seletivo do tipo vestibular pra ir pro céu ou pro inferno.

Sim, digo isso com base na experiência de alguém que já foi vítima: euzinha que ora vos escreve. Mas isso não vem ao caso nesse espaço (embora sendo democrático), afinal, a sabedoria popular bate à nossa porta o tempo todo: "roupa suja se lava em casa." Respeito os meus raríssimos leitores de passagem e os que se hospedam nessa humilde casa/coração (não confundir com hospedeiros, rs), blogueiros fiéis.

Lembro como se fosse hoje... as brincadeiras de INFÂNCIA, os brinquedos que eu escolhia, as roupinhas das bonecas, as comidinhas, mas principalmente as crianças de minha idade as quais faziam parte de minhas brincadeiras e eu as acolhia no rol de minhas amizades. Esses foram imprescindíveis. Tiro lição de vida até hoje. Se está se perguntando o leitor, quais eram os "critérios de seleção", respondo: só um, a voz do coração. Essa falava mais alto.

Eram brincadeiras no terreiro de chão batido, mesmo, e brinquedos rudimentares na maioria dos casos. E todos compartilhavam. Embora existissem briguinhas, ou de vez em quando uns puxõezinhos de cabelos e algumas madeixas entre os dedos, bonecas destripadas etecétera e tal...e a noite caísse, mas nada como o dia seguinte para estarmos "de bem", novamente. O que prevalecia era o lúdico.

Eita, povo bom! Tempo arretado, aquele! Apesar da distância e dos percalços continuam no meu coração. Guardo-os a sete chaves!




2 comentários:

Alisson da Hora disse...

A gente encontra amigos de verdade quando eles nos compreendem como seres falhos, na disposição para compartilhar o bom e o ruim, na presença constante (mesmo longe) e na sinceridade, sempre...

besos

CÉU e MAR disse...

É vero, my friend!

Kissintu...

Fui>>>>>>>>>>>>